quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Afogado.

E daí que eu estava bem.
E daí que eu estava bem em todos os aspectos, como fazia tempo que não estava.
E daí então, como maior alegria do meu começo de semana, vejo uma foto sua sendo feliz e o que acontece?




.




..



...





Antes de uma ideia maluca de se jogar do sétimo andar se apossasse da minha mente, ou d'eu sentir tudo ao meu redor desmoronar, antes mesmo de pensar sobre isso, uma sensação de felicidade me preenche e me afoga.

É, isso aí. Tô me afogando em felicidades por você. Sério. :)

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Mudei.

Sabe meu amor, chorei.
Tanto, tanto que cansei.
E então, mudei. Tanto, tanto.
E por você não mais chorei.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

E a dignidade?

A urgência interna batia na tecla: "Vai lá, procura saber!"
A razão dizia, "Se for seu, volta."
Os amigos diziam, "Deixa pra lá, talvez não fosse a hora."

Os dedos digitaram: "Oi, não fala mais comigo?"
E rapidamente, antes de pensar, clicaram em ENVIAR.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Pré maduro.

Fez-se então indiferente à minha diferença.
Matou prematuro, o que em mim já havia nascido.
Logo, levara tudo o que fez questão de trazer.

Disse então, mais de uma vez, "Não era isso que eu queria".
Cantou sua liberdade, e decretou o fim da minha.

O fim da linha.

Me mostrou o que quis de verdade.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Estalo

Estalo, estalinho, estalado.
Beijo gostoso, safado, roubado.
Sorrisos, parquinho, segredo sagrado.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O amor está sempre comigo. E isso eu aprendi.

Aprendi que amo, mesmo quando acho que não.
Aprendi, mesmo a duras penas, que amo. E sou amado.
Aprendi que o amar não é o encontrar. É a busca, o buscar.
Aprendi que o amar alguém não é só aquele querer bem, bem-querer, que arde sem se ver. É aquele sempre-bem-querer, que não importa a situação. Bem, perto, longe ou mal. Mesmo que estes últimos sejam um pouco (mas só um pouco) sofridos.
Aprendi que para amar e ser amado, o outro não deve ser seu objeto de felicidade. O outro deve ser outra felicidade a se somar com a sua.
Aprendi também que com o amor dos outros, tudo é fácil. E que com o nosso, só funciona se a gente correr atrás.

Estou estudando esse tal de amor. Mesmo não sendo matéria para se estudar, mas para ser experimentada.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

GEt oVEr!

É bom acordar bem consigo mesmo. Apreciar o canto dos pássaros, o sol batendo na janela, e até mesmo aquela quase insuportável dor de estômago que fez do seu sono, turbulência. É incrível acordar bem e descobrir que está livre de um sentimento sem reciprocidade. Descobrir que está livre daquele espinho na pele, da bolha no pé. Dois meses de pequenas angústias e um, enfim, de superação. E por falar em superar, a hora é essa (até já passou, pra falar a verdade), de tirar da vida o que incomoda e ficar só com o que é bom. É isso que eu tô fazendo JÁ FIZ. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Nos nós, nós.

Ainda presos à volúvel embalagem de cada um de nós.
Ainda estamos presos a cada um de nossos nós.

(...)

É, vai demorar um bocado de tempo para que a gente consiga aprender a se entregar de corpo e alma.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Muda, mundo.

E sabe se lá
se você sabe que
um sorriso muda tudo.
Um sorriso muda o mundo.
Teu sorriso muda meu mundo.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Trajetórias II

(Incompleto, porém necessário.)

A Omissão era assim, sozinha.
Viu-se uma luz em seu semblante,
quando descobriu A Voz.
Com Ele, sorria. Com a Louca, criou asas.

Porém, sorrisos, asas e vozes não foram suficientes.
Primeiro, o desinteresse.
Segundo, o afastamento.
Por fim, sumiu.

À Omissão, juntaram-se Ela e O Outro.
D'O Outro, um tanto se diferiu.
Primeiro, veio o afastamento.
Segundo, o embate.
Em terceiro, o bloqueio.
E por fim, o sumir.

D'Ela, apenas o sumir.
Sem mais.
Nada mais.
Nunca mais.

Seres etéreos, dispersos e distantes.
Caminhos diferentes, mesmo fim.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Arte, aparte. À parte.

Meu sonho é transformar os teus problemas em arte.

É destruir minha corrente e lhe conceder o aparte.
É transformar o que nos aflige em coisas à parte.
É, às vezes, fugir desse lugar e te levar pra Marte.
Ou esconder-te em meu baluarte.

Outras vezes, apenas usar-te.
Pro meu descarte.
Usando o meu bacamarte.
Com o valor de pilarte. E um jeitinho de catarte.

É sorrir, brincar, dançar, hastear o estandarte!
Cantar, festejar, sentir na boca o gosto de farte.
Felicidade se reparte.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Desencontros num Metrô.

Encontrar no Metrô uma pessoa que já foi uma de suas maiores referências amorosas, e não saber o que fazer. O coração dispara, e você enrubesce. Logo após, você pergunta se ele te viu, cenas do passado de vocês vem a mente. O coração desacelera, o rosto volta ao normal. Você lembra, ou até descobre, que não se importa mais. Surtando, você corta o contato com a pessoa. Apaga o telefone, desfaz a amizade nas redes sociais. Se não acabou bem, restará um pouco de "porquê-será-que-não-deu-certo?". Se foi amigável, você se pergunta se um dia poderão ser amigos. Já sabendo que, amigável ou não, sempre terão aquela tensão. Aquela coisa que faz os seus corpos conversarem. Os malditos feromônios. Confuso por tudo ser tão rápido, você embarca no vagão, sem esperar que ele te veja. Mas você fica de olho, faz questão disso. Faria questão também, de passar na frente dele, e mostrar o quão bem você está sem ele. No entanto, você fica parado, só olhando. E, no momento em que você se distrai, ele te vê. Te olha por um tempo, vai pra perto de onde você está. Os olhos se encontram. O que falam? Não saem do 'Oi'. Ele te pergunta por que não larga o celular, e você diz que está respondendo um e-mail importante. Na verdade, o celular é um escape, pra não olhar nos olhos dele. Na próxima estação, ele dá tchau, te dá um abraço e desembarca. Você continua, e atônito, guarda o celular e passa o dia pensando no ocorrido.